sábado, 21 de abril de 2018

2º PASSO: Capacitação dos Líderes Comunitários

 Duração mínima de 21 horas; 
b) Grupos de no máximo 30 pessoas, o ideal é que não passe de 20 pessoas; 
c) Cada participante preenche previamente uma ficha de inscrição onde se compromete a fazer as visitas a pessoas idosas, conforme a metodologia da PPI; 
d) Só será feita capacitação em paróquias onde o Pároco solicitou ou autorizou o funcionamento da Pastoral da Pessoa Idosa em sua paróquia; 
e) Ao longo da capacitação já deve ser pensado e definido quem será o coordenador paroquial que deverá ser homologado pelo Pároco;
f) De preferência seja uma pessoa que participou da capacitação – o coordenador diocesano ou o facilitador deverá conversar sobre esse detalhe com o Pároco antes de ser nomeado o coordenador paroquial; 
 g) Na última etapa é trabalhado o conteúdo da reunião mensal para reflexão e avaliação; quando a capacitação for dada em etapas intercaladas, nesta etapa será elaborada a 1ª FADOPI; neste caso, a FADOPI será enviada à coordenação nacional logo ao término da capacitação, juntamente com o cadastro da paróquia; 
h) As primeiras 6 reuniões mensais de líderes deverão ser acompanhadas pelo facilitador que deu a capacitação; esse detalhe é fundamental, pois os líderes poderão necessitar de ajuda nas primeiras reuniões. 
 Agendamento das capacitações
a) Elaborar um cronograma para as próximas 3 capacitações de líderes. Apresentar este cronograma para o coordenador paroquial ou diocesano para saber em quais paróquias ou comunidades serão iniciadas as capacitações. Iniciar somente naquelas que já tenha sido feita a reunião de sensibilização; 
b) Agendar as reuniões mensais de líderes e definir qual facilitador as acompanhará; 
 • Quando tiverem cumprido o compromisso de capacitar 3 turmas, seria o ideal se os facilitadores pudessem continuar a se encarregar da formação contínua dos líderes, que acontece durante a reunião mensal de avaliação e reflexão. 
c) Sugestões para a celebração do envio: 
• Pode ser feito o envio ao encerrar a 7ª etapa ou agendar uma data próxima; 
• Onde houver possibilidade de uma celebração, deve-se combinar antes com o Pároco, de acordo com sua disponibilidade e dar todo um sentido de compromisso e de envio para a missão.


Momento de Espiritualidade para início de encontro com coordenadores

Abertura: O Espirito Santo
Espirito Santo, dai-me um coração grande, aberto a vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da Santa Igreja!
Um coração grande e forte para superar todas as provações, todo o tédio, todo cansaço, toda a desilusão e toda ofensa!
Um coração grande, forte e constante até ao sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo, e cumprir humilde, fiel e virilmente a bondade de do Pai
                                                                                                                                                Paulo VI
Dinâmica: Figura humana e plaquetas
Objetivo: Questionar a participação e o modo de atuar em equipe conforme a sua função.
Desenvolvimento:
a)      Cada participante recebe uma plaqueta com um único cargo: presidente, vice, Ecônoma e conselheiras
b)      Outras pessoas recebem um pedaço de figura humana (quebra cabeça)
c)      Formar a figura (faltando uma parte da cabeça)
d)      Analisar como é a nossa Região, nosso grupo, nossa fraternidade. É completa? Todos estão participando e dando a sua participação conforme o seu cargo? O que falta na figura? O que falta na nossa equipe de trabalho?
e)      Olhando para as plaquetas: cada um, na sua comunidade, assume o cargo ou deixa para uma só pessoa? Enquanto analisa, vai tirando as plaquetas e as colocando em uma só... é assim? Quando alguém não participa, como reagimos?
                                                                                                     A resposta está em I Cor. 12,12-30 


sexta-feira, 9 de março de 2018

Para que a vossa alegria seja plena       

 1 João, 1,1-10;  1 João, 2,1-29;  1Jo, 3,1-24; 1Jo 4,1-21;  1Jo 5,1-21
Primeira carta de João 
1Aquilo que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e o que nossas mãos apalparam: falamos da Palavra, que é a Vida – 2 Porque a Vida manifestou-se, nós vimo-la, damos testemunho dela, e vos anunciamos a Vida Eterna (Ela estava voltada para o Pai e manifestou-se a nós). 3 O que vimos e ouvimos, isso agora vos anunciamos, para que estejais em comunhão conosco. A nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo. (1 Jo 1,1-4). 4Escrevemos-vos estas coisas, para que a vossa alegria seja completa.
·               Para que a Comunhão seja plena
·               O Logos da Vida – O Verbo da Vida
·               O sentido da experiência de Deus
·               Uma tríplice comunhão (entre os que escutam o anúncio; entre os crentes, na comunidade cristã; entre os que anunciam a mensagem e aqueles que a recebem                                                                                             (João 1,3).

Temos 3 níveis de comunhão, que não são separáveis, mas vivem um dentro do outro. Podemos defini-los assim:
1)             Comunhão sincrônica e horizontal que diz respeito a cada Comunidade cristã, no aqui e agora, (no hoje da história) chamada a tornar-se verdadeira comunhão entre os irmãos, distinguida pelo amor mútuo, um tema em que a Carta retorna continuamente. Exemplos: V. Jo 3,14;  3,23; 4,7.11.
Ainda assim, podemos dizer, a alegria da vida eterna, de uma vida que está em comunhão com Deus e entre nós.

2)             Diacrônica - atravessa os tempos e nos coloca em comunhão com todos os que nos precederam, dando-nos o testemunho de sua fé em Jesus Cristo, filho de Deus, revelação do amor do Pai no dom do seu Espírito. Esta comunhão chega às testemunhas oculares e ao autor da carta. Trata-se de uma comunhão tornada possível, compartilhando a mesma fé, também pela mediação do texto escrito. O que é escrito permanece e torna possível a comunhão também através do tempo e da sucessão das diferentes gerações.

O autor da carta está bem ciente disso e explica no prólogo: "o que vimos e ouvimos, também o anunciamos, para que vocês também estejam em comunhão.". Este anúncio é feito não apenas em forma oral, mas em forma escrita. Anúncio que pode ser ouvido não só dos discípulos contemporâneos ao autor, mas de todo crente das gerações seguintes, que podem ler e retornar, através da carta, para ouvir o kerygma apostólico: "essas coisas eu as escrevo, para que a vossa alegria seja perfeita ". Não é apenas uma alegria sobre a qual estamos falando, mas é a alegria da comunhão, entre nós, aqui e agora, e através dos tempos. Esta comunhão torna-se então um sinal de comunhão com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo.


3)              Comunhão Trinitária, entre o Pai e o Filho no Espírito Santo. Uma comunhão que não permanece fechada em si mesma, mas abre, dá-se a todos. Esta comunhão torna-se perfeita precisamente porque se torna comunhão de Deus em nós, um dom de amor que se abre e se comunica para nos tornar capazes de amar como somos amados. Voltemos para 1Jo 4,7: "Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama  nasceu de Deus e conhece Deus". Nosso amor, em particular o amor mútuo e a comunhão que se estabelece entre os irmãos e as irmãs da comunidade cristã, é sinal da nossa comunhão com Deus: do nosso ser gerado por ele e do nosso restante em comunhão com o Pai e o Pai Filho e Espírito Santo.

Para continuar a reflexão:
Que significa para nós  Escutar, Ver, Contemplar, Tocar o Verbo da Vida? Esses verbos tem sentido concreto em nossa vida quotidiana?
A Palavra de Deus que escutamos e meditamos é capaz de produzir em nós e entre nós, um espírito de comunhão?   Quais os obstáculos que encontramos ou quais resistências nós colocamos à lógica e dinâmica da comunhão?
Experimentamos a alegria em crer em Deus, em sentir-nos amados e de poder amar? Quais são os gestos concretos desta alegria?

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Visita da PPI a Paroquia São Sebastião

Situada na Rua 15 de Novembro nº 2335 - Bairro Todos os Santos.
As representantes da Pastoral da Pessoa Idosa da diocesano de Teresina PI: Teresinha Sá, Socorro e Maria José Barreto em nome do Coordenador Diocesano Marcone Filho por estar em outro encontro.
Chegamos em um momento muito oportuno em que o Pe. palestrante falava sobre Fé e Testemunho. Como Leigos e Leigas devemos testemunhar a nossa Fé nos espaços: Família, Igreja e comunidade.

Ser conselho atuante nas Assembleias como protagonista;
Como assumir as Pastorais: decidir juntos e agir juntos. Cada um é um integrante para construir um mundo melhor. Temos sede e fome da Palavra de Deus. 
O Pároco Pe. Carlos, nos deu a palavra em que resumidamente foi falado o que é a pastora, sua extensão e como proceder para implantar na Paroquia.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Encontro de Coordenadores Diocesanos da PPI - Teresina PI


Apresentação dos participante através da técnica: Se Sal e Luz da Terra.
Mateus 5,                                              13 "Vocês são o sal da terra. Mas, se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.

14 "Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. 15 E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.   16  Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus
O discípulo de Cristo que pelo mau exemplo de sua vida fosse a negação do espírito do Evangelho, e não transmitisse à comunidade o sabor dos ensinamentos do Divino Mestre, seria um sal “sal sem sal”. Não prestaria para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado por todos.

O sal em sua função de temperar os alimentos dando o gosto justo implica não ser nem sal demais e nem sal de menos. 

Ele vem a significar, então que o discípulo de Cristo deve representar na comunidade o equilíbrio, o bom senso, a prudência própria de homem sábio. 

Não pode ser o homem dos excessos, dos radicalismos da esquerda ou da direita; mas o homem da harmonia e da tranquilidade da paz. E a Igreja como um todo, com esse tempero espiritual, concorrerá, para o equilíbrio do mundo, para que não haja guerras nem conflitos de qualquer natureza, e para que reine a justiça em todas as modalidades do relacionamento humano: na política, na economia, no bem-estar da comunidade.

E Jesus disse também: “Vós sois a luz do mundo”. Naturalmente aqui está um reflexo da grande luz da verdade e da santidade que é o próprio Cristo. Jesus é a luz do mundo. Ele disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida”. E Jesus é a luz que ilumina todo o mundo.  
A luz de Jesus não pode deixar de brilhar para iluminar a humanidade toda.

E Jesus disse: “Ninguém acende uma lâmpada para escondê-la debaixo de uma vasilha, mas para colocá-la em lugar alto, a fim de que brilhe para todos os que estão na casa”. Ninguém deve fazer o bem com a finalidade de ser visto. Seriam vaidade e ostentação que Jesus reprova em outro lugar do Evangelho. Mas, por outro lado, sua vida deve ser tão digna, tão pura e tão santa, que possa servir de luz para o caminho dos outros. Devemos fazer resplandecer em nosso rosto a luz de Deus

 Quanto à luz, a primeira carta de São João diz: “Deus é luz”, porque sua presença ilumina a vida do homem, conferindo-lhe significado. A comunidade cristã é luz do mundo, porque testemunha Jesus e se torna desse modo, sinal que revela o sentido que Deus dá à vida. Ninguém vive sem a luz. A luz possibilita enxergar o caminho para andar, e ninguém caminha sem um sentido na vida.



E Jesus ainda disse: “Não pode ficar escondida uma cidade que está no alto de um monte”. Assim brilhará a luz dos cristãos no meio do mundo.
Por fim, a simbologia da lâmpada. Ninguém acende a lâmpada para coloca-la debaixo de uma vasilha. 
A comunidade cristã não pode se esconder nem se fechar caso contrário seu testemunho já não tem mais sentido.
É sal da terra, é luz do mundo, é cidade visível que fica no alto de um monte.
Essas imagens utilizadas por Jesus convergem para a mesma direção: “o testemunho da vida a serviço dos outros”. Portanto, o texto deixa bem claro que a comunidade não existe para si mesma, mas em função dos outros, de toda a sociedade dos seres humanos.

A comunidade somente será sal, luz e lâmpada quando der testemunho de Jesus, vivendo o que ele proclamou nas bem-aventuranças.
O homem moderno pode descobrir, para além da linguagem e das ideias, que Deus se encontra na simplicidade da confiança pura. E a falta de luz no coração do homem é o que impede de chegar ao essencial da vida.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Encontro da Coordenação Estadual da PPI EM 29/07/2017 - Teresina PI

O encontro teve como palestrante Dom Plinio - Bispo da Diocese de Teresina - PI
que com muito amor e dedicação comparece em todos os encontros da Coordenação Estadual.